O portal será apresentado dia 2 de março no Fórum de Cooperação em Propriedade Intelectual dos Países Lusofônicos, que acontece no Hotel Miramar em Copacabana. Representantes de países que têm o português como idioma oficial como Guiné Bissau, Angola, Timor Leste, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Portugal falaram hoje sobre o lançamento do site que irá contribuir para uma maior interação entre estes países em questões relacionadas à propriedade intectual.
António Campinos, presidente do INPI de Portugal, disse que o portal é apenas “um ponto de partida para uma aventura em comum”. Reforçar o quadro de compreensão entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos e o diálogo entre os mesmos é um dos objetivos do novo portal.
Para Jorge Ávila, além de ser um vetor de compreensão entre estes países o portal une cultural, lingüística e tecnologicamente. Para o presidente trata-se de uma tentativa de mostrar que a PI pode ser posta a serviço do desenvolvimento do país.
Herman Ntchatcho, representante da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, a OMPI, garantiu que a instituição “apóia qualquer esforço de países de língua portuguesa para usar a PI como uma ferramenta de poder para o desenvolvimento e exige que as circunstâncias de cada país sejam levadas em consideração”.
O representante da Organização Européia de Patentes (EPO), Pascal Phlix, ressaltou a importância do site para integrar instituições como a Organização Regional Africana de propriedade Intelectual (ARIPO) e Organização Africana de Propriedade Intelectual (OAPI), já que possuem países lusofônicos.
Fonte: www.inpi.org.br
Fonte: